Autor: admin
Data: 19/01/2026
A atividade física é frequentemente indicada para quem sente dor nas costas. Mas muita gente ainda tem dúvidas: exercício ajuda ou pode piorar a dor?
A resposta é: depende do tipo de atividade, da forma como ela é praticada e da condição de cada pessoa. O movimento certo pode aliviar dores e prevenir novos episódios. Já o exercício inadequado pode agravar o problema.
Por que a atividade física pode ajudar na dor nas costas?
Quando bem orientada, a atividade física traz diversos benefícios para a coluna:
Fortalece os músculos que protegem a coluna
Músculos fortes ajudam a estabilizar a coluna e reduzem a sobrecarga sobre discos, articulações e ligamentos.
Melhora a mobilidade e a flexibilidade
Exercícios adequados ajudam a reduzir a rigidez e facilitam os movimentos do dia a dia, tornando a coluna mais funcional.
Estimula a circulação e reduz inflamações
O movimento melhora o fluxo sanguíneo, favorecendo a recuperação dos tecidos e ajudando no controle da dor.
Contribui para o bem-estar geral
A prática regular de atividade física libera substâncias que ajudam no controle da dor e melhoram o humor, reduzindo o estresse, um fator que pode intensificar dores nas costas.
Quando a atividade física pode piorar a dor nas costas?
Apesar dos benefícios, alguns erros comuns podem agravar o quadro:
- - Exercícios inadequados para o seu diagnóstico;
- - Execução incorreta dos movimentos;
- - Excesso de carga ou intensidade;
- - Ignorar sinais de alerta.
Dor nas costas não significa parar totalmente
Um dos maiores mitos é achar que sentir dor nas costas exige repouso absoluto.
Na maioria dos casos, o repouso prolongado piora o quadro, causando perda de força, rigidez e mais dor. O segredo está em escolher o movimento certo, na intensidade adequada e no momento correto.
Atividade física deve ser individualizada
Você tem um corpo, uma rotina e um histórico diferente. Por isso, a orientação profissional faz toda a diferença.
Na Clínica Atualli, a atividade física e a reabilitação são pensadas de forma integrada, considerando:
- - Diagnóstico correto;
- - Nível de dor;
- - Condicionamento físico;
- - Objetivos do paciente.
Assim, o movimento passa a ser parte do tratamento, e não um risco.